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O Colégio
O Colégio Estadual Divino Pai Eterno é mantido financeiramente com as verbas do Governo Estadual e Federal, por meio de programas institucionais, como o PDDE e PROESCOLA. O prédio possui 16 salas de aula, todas em pleno funcionamento, nos três turnos, totalizando, 48 turmas. Atualmente existem 1.652 alunos matriculados, distribuídos nos três turnos e entre as três séries do Ensino Médio. Mesmo assim, a procura pelo colégio é sempre maior que a demanda. Isso nos envaidece, pois contamos com a credibilidade e o carinho da nossa comunidade construídos ao longo desses 59 anos.
História
Desde que foi fundado, em 1953, o Colégio Estadual Divino Pai Eterno é uma das maiores referência no ensino do Estado de Goiás. Nos seus 59 anos de existência sempre primou por uma instrução de qualidade, compromissado com a cidadania e com a ética. Essa instituição teve uma trajetória muito bonita e muita rica, um passado cheio de realizações e excelentes serviços prestados à comunidade trindadense.
Tudo começou quando os Padres Redentoristas Gabriel Vilela e João Cardoso preocuparam-se com a formação dos jovens de Trindade, cuja população crescia anualmente à medida que a devoção ao Divino Pai Eterno, que se iniciou em 1840, tornava-se mais conhecida em Goiás e no Brasil. O sonho desses padres somou-se ao incentivo do Bispo Dom Emanuel Gomes de Oliveira e começou a tornar-se realidade em 1953.
Com a direção da Arquidiocese e a colaboração dos Padres Redentoristas, a construção do então Ginásio Divino Padre Eterno começou em 1954 numa área de 15.000 metros quadrados doados por Abrão Manoel da Costa. O prédio foi construído em um período de dois anos e contou, também, com a colaboração de várias famílias trindadenses.
A inauguração ocorreu em 18 de dezembro de 1955. Para tal solenidade reuniram-se os seus idealizadores, futuros alunos, e toda a comunidade trindadense. Depois da missa solene houve uma passeata cívica pelas ruas da cidade que terminou com a benção do prédio do Ginásio. No início do ano seguinte, 1956, foi celebrada a aula inaugural para a comunidade e a primeira turma, que se formaria em 1959.
A partir de então o prédio passou a ter outras funções, todas no âmbito educacional. Em 1957 é criada a Escola Normal São José, que tinha por objetivo a formação de professores, para atender as necessidades da região. Em 1962, a Escola Paroquial Santo
Afonso, que situava-se na praça do Santuário Matriz, foi demolida; transferindo-se, assim, para o prédio do Ginásio Divino Padre Eterno.
De 1962 a 1973, portanto, o prédio abrigava três unidades distintas: a Escola Paroquial Santo Afonso, responsável pelo ensino fundamental de 1ª a 4ª séries no turno
vespertino; o Ginásio Divino Padre Eterno, que atendia o ensino fundamental de 5ª a 8ª séries no turno matutino, que cobrava mensalidades; e, por fim, a Escola Normal São José, que formava professores em nível de magistério. Em 1973 todas as três unidades foram incorporadas sob um único nome: Ginásio Divino Padre Eterno.
Durante dois anos, de 1973 a 1975, a Igreja Católica enfrentou inúmeras dificuldades para manter o colégio. Inicialmente, tentou-se a doação do prédio para o Governo do Estado, que o recusou por considerá-lo fora dos seus padrões. Diante do impasse, em 1975, o Governo Municipal de Trindade assumiu o prédio a pedido dos Padres Redentoristas passando, então, a funcionar conveniado com o Estado, cabendo a este o
pagamento dos professores e ao Município a manutenção da Unidade Escolar. A partir desse acordo a instituição passou a ter uma nova denominação: Colégio Divino Pai Eterno.
Em abril de 1992 esse convênio foi rompido, e a Prefeitura Municipal de Trindade doa o prédio para o Estado alegando não ter condições financeiras para mantê-lo. A doação ocorreu por meio do decreto Lei nº 564 de 01 de abril de 1992 e foi assinado pelo então prefeito de Trindade, Roberto Monteiro de Lima. A partir de então a instituição passa a se denominar Colégio Estadual Divino Pai Eterno. Porém, a oficialização da doação por parte da Prefeitura, só ocorreria em 2001, quando foi lavrada uma escritura em cartório.
O Símbolo
Desde a sua fundação, em 1953, o símbolo do Colégio Estadual Divino Pai Eterno é uma tocha acesa, que representa a juventude da nossa cidade, os jovens que estão sempre se renovando. Logo abaixo a palavra VERITATI, do latim, que significa “verdade”. Juventude e verdade andando juntos para a construção de um futuro promissor.
O Jubileu de Ouro
Em 2003, o Colégio Estadual Divino Pai Eterno completou 50 anos de história. Para celebrar a data foram realizadas diversas atividades que contou com a participação dos nossos alunos e de toda a comunidade. Os eventos ocorreram no início do mês de maio. A abertura aconteceu no Santuário Basílica, com uma celebração eucarística em ação de graças ao colégio. Neste período os alunos participaram de várias oficinas pedagógicas e atividades culturais. Houve também a inauguração da placa do jubileu, que contou a presença de várias autoridades, dentre elas da então secretária de Estado da Educação, Profª. Eliana Maria França Carneiro. O encerramento das festividades ocorreu com um coquetel, quando foram homenageados vários ex-alunos ilustres, professores, funcionários, Padres Redentoristas, como os idealizadores Pe. Gabriel Vilela e Pe. João Cardoso e Abrão Manoel da Costa, que doou o terreno para a construção do colégio.
Ex-Diretores do Colégio Divino Pai Eterno
Pe. João Cardoso de Souza (1956-1960)
Pe. Menezes Pedro (1960-1961)
Prof. Aldair Nery dos Santos (1961-1967)
Pe. Francisco Neves (1967-1968)
Irmã Clara (Marina Carneiro Giraldes) (1968-1973)
Irmã Tereza Lima Couto (1974-1975)
Dr. João Tomé de Melo (1975-1976)
Dr. Natal Sobrinho de Jesus (1977-1978)
Prof. José Celso Pereira (1979)
Prof. José Luiz de Oliveira (1980-1982)
Prof. Marcos Antônio de Queiroz (1983-1986)
Profa. Narcisa Batista Alves (1986-1987)
Prof. Rames Divino França (1988)
Prof. Alaôr Dorneles de Oliveira (1989-1996)
Profa. Terezinha Batista Lima (1997-2000)
Prof. Alaôr Dorneles de Oliveira (2001-2005)
Profa. Maria Socorro Alves do Carmo (2005-2009)
Profa. Ana Paula Alves Rodrigues (2009-2011)
Prof. Alaôr Dorneles de Oliveira (atual)
